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A serenidade desta dança

Sabem aquele sentimento de quererem continuar a carregar o bebé, bem juntinho de vocês, como do tempo de gestação que aí esteve?!

Pois eu sei. Eu amei estar grávida, não gostei das dores que se apoderaram de mim, mas ao meu ritmo fui fazendo as coisas, ás vezes não aceitava, mas logo passava. Amei sentir cada crescimento meu, nosso. Acho até, que mais alta me sentia, não achava piada ao facto de ter que pedir ajuda para abotoar a sandália, mas adorava sentir o mundo nas minhas mãos.

Este mundo que eu estava a formar. Perguntava-me, como é que eu consigo gerar um ser dentro de mim, sou capaz, e consigo. E consegui, conseguimos. Cada be´be nos escolhe! Essa é a mais pura verdade.

Desafios e aprendizagens e vidas ele trás guardadas em si, para o insttinto, o amor , a paciência e a calma de Mãe interpretarem e descodificarem e assim juntos crescerem.

Ainda hoje carrego a minha filha bem junto de mim.
É menina de colo, calor, amor, beijos, mimo e abraços.
Dançamos juntas bem coladinhas ao colo. Dançavamos na gravidez

Dançámos juntas ela enroladinha no pano, mão livres (babywearing) e continuamos a dançar bem coladinhas
Diziam-me, essa história do pano, sempre ao colo ela vai-se habituar mal, ela vai ficar com muito mimo, e depois vai sentir, quando não estiveres próximo. Pois... eu dou o que a minha filha pede, interpretei e descodifiquei que ela acalmava colada a mim, assim sentia-se segura e tranquila, e adormecia assim, colada a mim. posso dizer que me doía as costas ao fim de algum tempo de colo?, pois obviamente. Mas para mim excesso (destes) não é defeito, são necessidades. Quero cria-la com tudo aquilo que deseja, colinho, amor, compreensão. 
Porque é com amor que quero que ela cresça.
Amei estar grávida e Amo ser Mãe. 

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